Cronograma herdado do dimensionamento
A frequência que foi dimensionada vira tarefa com método, tempo e EPI. Ninguém digita a frequência de novo: o cronograma sai do que a proposta prometeu.
Recurso do Asseio
Dimensionar é metade. A outra metade é o que acontece no contrato depois que ele começa: o cronograma, a escala e o que foi feito de fato.
A frequência que foi dimensionada vira tarefa com método, tempo e EPI. Ninguém digita a frequência de novo: o cronograma sai do que a proposta prometeu.
A semana sai montada posto a posto, no horário. Quando a carga não cabe na janela dos turnos, o sistema avisa. A convenção coletiva entra como perfil de regras: jornada semanal, descanso entre jornadas, folga semanal e choque de turnos são conferidos, e a violação aparece como aviso para o gestor decidir.
O procedimento operacional padrão existe dentro do sistema, com suas etapas, e é o que a equipe segue em campo.
A execução registra o que foi feito, quando e por quem, com foto quando o caso pede. O que foi dimensionado e o que foi executado ficam lado a lado, e o desvio aparece enquanto ainda dá para corrigir.
O que a escala prevê chega ao celular como as áreas de hoje, com quantas tarefas faltam em cada uma. O checklist marca tarefa a tarefa, com quem executou.
As passagens saem da frequência dimensionada: 0 de 4 quer dizer que a área é atendida quatro vezes no dia e nenhuma foi feita ainda. Quem executou fica registrado por tarefa, não por turno.
Em 30 minutos mostramos o cronograma herdado do dimensionamento, a escala sendo conferida contra a convenção e o checklist no celular.