Cenário nomeado, não impressão
São 283 cenários de risco catalogados em 46 categorias. O analista avalia o que está na lista, em vez de lembrar do que já viu. O catálogo orienta; quais cenários se aplicam, quem decide é a vistoria.
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Laudo feito no olho não se defende. Aqui o risco sai de um catálogo de cenários, passa por uma matriz e vira relatório técnico, com a evidência de campo ao lado de cada conclusão.
Contados no catálogo da plataforma em 19/09/2026, não estimados.
São 283 cenários de risco catalogados em 46 categorias. O analista avalia o que está na lista, em vez de lembrar do que já viu. O catálogo orienta; quais cenários se aplicam, quem decide é a vistoria.
Um checklist genérico trata o CFTV de um shopping igual ao de um condomínio. São seis catálogos distintos: segurança eletrônica, padrão, escolas, shoppings, condomínios e mercados.
Cada cenário recebe probabilidade e impacto, e a combinação define o grau. O resultado é um número que se explica pelas evidências registradas, não uma opinião que se defende.
O que o seu cliente lê é o relatório técnico, com a memória de cálculo e as evidências. É ele que sustenta a proposta.
Como a análise acontece no app
O grau operacional não é digitado por ninguém: ele vem da combinação de probabilidade e impacto de cada cenário avaliado. A aprovação da terceira tela é uma regra do produto, sobre quem pode assinar a análise; não é análise da Polícia Federal sobre o relatório. Capturas do ambiente de demonstração, com dados fictícios.
Três páginas do mesmo relatório
A mesma matriz aparece duas vezes: vazia na metodologia, como critério, e preenchida no panorama, com quantos itens caíram em cada célula. Os 28 itens do panorama são os mesmos 28 da capa, e o grau 47,3 é a soma deles. Nenhum número é digitado à mão em lugar nenhum do documento.
EPT04, portaria e controle de acesso. Na visita o supervisor escolheu probabilidade 3 e impacto 4; o relatório traz os mesmos 3 e 4 como severidade 12, classificação Alto, com a ação, o prazo e a foto do que foi encontrado. Ninguém digitou o 12.
Empresas de segurança patrimonial que entregam laudo ao cliente, e quem responde pela avaliação de unidades próprias: agências, escolas, shoppings, condomínios, mercados. Nos dois casos a pergunta é a mesma, "por que este risco é alto?", e a resposta precisa estar escrita, com a evidência ao lado.
A análise de risco avalia cenários e entrega o relatório. O plano de segurança é outro produto, para instituição financeira e grandes eventos, com 203 requisitos catalogados e o registro das etapas diante da Polícia Federal. Os dois compartilham o método de ameaça, vulnerabilidade e consequência, mas são independentes: nenhum exige o outro.
Não. O relatório avalia cenários e fecha num grau, com as evidências. O plano de segurança responde à Lei 14.967, tem conteúdo mínimo definido em lei e tramita na Polícia Federal. São dois produtos independentes: nenhum exige o outro.
O responsável técnico com registro na Polícia Federal, dentro do produto. É uma regra sobre quem assina, não uma análise da PF sobre o conteúdo do relatório.
Sim. Há um PDF de demonstração, gerado com dados fictícios, com os cenários avaliados, a matriz e as recomendações, na página de exemplos.
Em 30 minutos mostramos a avaliação no app, o grau fechando e o relatório saindo, com a evidência de campo ao lado de cada cenário.